Os partidos políticos estão “correndo” para fechar alianças

A pouco mais de um mês para o fechamento das alianças que resultarão na montagem de chapas para as eleições de outubro
Imagem ilustrativa
A pouco mais de um mês para o fechamento das alianças que resultarão na montagem de chapas para as eleições de outubro, os partidos políticos se esforçam para apresentar número significativo de candidatos a deputados estadual e federal, como estratégia para garantir bancadas maiores na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
As articulações começaram a se afunilar, com inviabilidade de pré-candidaturas em nível nacional, cuja repercussão nos estados altera o cenário político e cria situações complexas para algumas siglas, se for considerado o acordo do diretório nacional.
Esse é o caso, por exemplo, do PDT no Espírito Santo, liderado pelo deputado federal Sérgio Vidigal, aliado ao governador Paulo Hartung. O partido pode formalizar acordo com o PT, indicando o vice na chapa de Ciro Gomes.
Nesse cenário, como ficaria o deputado federal Sérgio Vidigal, que inclusive é cotado como vice na chapa de Hartung? A aproximação entre PT e o PDT também ocorre no Espírito Santo nas proporcionais, como em outros estados, mesmo diante da aparente rejeição do deputado.
Apesar de o PT estar preparando o lançamento nacional da candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República, dirigentes das duas siglas estão conversando e inclusive dois nomes estão cotados para compor com Ciro Gomes, o ex-governador da Bahia, Jacques Wagner, e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Caso essa coligação aconteça, a candidatura do ex-governador Renato Casagrande (PSB) será fortalecida, considerando que seu partido não tem candidato a presidente e também conversa para se unir a Ciro Gomes.
Do lado do governado Paulo Hartung, sua candidatura ganha reforço com a derrocada das candidaturas a presidente da República do empresário Flávio Rocha (PRB) e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
As duas siglas devem caminhar para apoiar o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), partido em que o governador exerce grande influência.
No PRB, Hartung possui controle total, tendo colocado na presidência o deputado Erick Musso, presidente da Assembleia Legislativa, que pode ser vice em sua chapa para concorrer à reeleição. Também integram o bloco o deputado estadual Amaro Neto, candidato ao Senado, e o ex-prefeito e ex-secretário de Estado de Segurança, Rodney Miranda, candidato à Câmara, além do secretário-chefe da Casa Civil, Roberto Carneiro, articulador político do Palácio Anchieta.
As informações foram tiradas do site Século Diário.
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