Da cirurgia ao “fico” de Felipão: como Palmeiras tenta convencer chineses por Ricardo Goulart

Técnico conhece bem o Guangzhou Evergrande, onde trabalhou com o meia-atacante

Silenciosamente, ou sem euforia, como disse o diretor Alexandre Mattos há pouco menos de uma semana, o Palmeiras trabalha para finalmente realizar o sonho antigo de ver Ricardo Goulart vestir a camisa alviverde. Nesse projeto, Luiz Felipe Scolari é peça importante.

Apesar de Felipão ter dito na última terça-feira que continua recebendo sondagens – e de ter sido contrariado pouco depois pela Federação Colombiana –, o Palmeiras não teme pela saída do treinador, cujo contrato vence somente no final de 2020.

Sua boa relação com o Guangzhou Evergrande, equipe em que chegou a comandar Ricardo Goulart, funcionou como um dos trunfos para convencer os chineses a liberarem o meia-atacante a ser operado e se recuperar no Brasil.

A partir dessa autorização, todo o tratamento foi supervisionado pelos profissionais do Palmeiras. A começar que o cirurgião indicado para artroscopia no joelho direito foi o mesmo que opera todos os jogadores do clube.

Os trabalhos de recuperação, tanto de fisioterapia quanto de preparação física, também foram feitos sob os cuidados do Palmeiras. E deverão continuar, segundo revelou Felipão, até que Ricardo Goulart esteja enfim em condições de voltar a trabalhar com bola.

– O Guangzhou nos deu autorização desde o ano passado para que fizesse a cirurgia e a recuperação. A recuperação ainda vai por janeiro, fevereiro, março, quem sabe? – disse o treinador.

O vínculo do meia-atacante com o Guangzhou Evergrande é válido até janeiro de 2020. Uma das possibilidades de negociação com o Palmeiras é por empréstimo, desde que ele previamente estenda o acordo com o clube chinês

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