Já o presidente do Irã, propôs a criação de um comitê especial do judiciário para apurar o caso. Em discurso, Hassan Rouhani classificou a ação como “um erro doloroso e imperdoável”. As ações do governo iraniano tentam conter o crescimento das manifestações – desde o último sábado (11), milhares de iranianos ocupam as ruas de Teerã em protestos contra o Estado.
Ainda nesta terça-feira, um novo vídeo, publicado pelo jornal The New York Times, mostrou que a aeronave da Ukranian Airlines teria sido abatida por dois mísseis, em um intervalo de trinta segundos.
Enquanto isso, no Iraque, um possível novo ataque ocorreu no mesmo dia. Pelo menos um foguete caiu perto da base aérea de Taji, ao norte de Bagdá, que abriga tropas norte-americanas. Ainda não há informações sobre feridos e nem sobre a origem do disparo.
Após o ataque que vitimou o general Qasem Soleimani, autoridades iranianas a ameaçaram romper o acordo nuclear que estabelece limites para o enriquecimento de urânio – dando a entender que o país poderia desenvolver uma bomba atômica.
A reação de países europeus às declarações veio agora: França, Alemanha e Reino Unido – que também assinaram, em 2015, o acordo nuclear – lançaram, nesta terça-feira, o chamado mecanismo de disputa, uma notificação contra o Irã e que pode levar à reinstauração das sanções previstas pelas Nações Unidas.











