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Em 1º dia de aula após morte de irmãos em incêndio, escolas expressam luto em linhares

Imprensa Redação por Imprensa Redação
24 de abril de 2018
em Linhares

nesta segunda-feira (23), primeiro dia de aula após a morte dos irmãos Kauã e Joaquim, de 6 e 3 anos, que morreram durante um incêndio no quarto em que eles dormiam, as escolas onde eles estudavam, em Linhares, expressaram luto através de cartazes colados nos portões.

O incêndio aconteceu na madrugada de sábado (21), na casa da família, no Centro de Linhares. No local, estavam dormindo o pai e as crianças, mas as chamas atingiram apenas o quarto dos meninos. A esposa de George, Juliana Salles, estava em um congresso em Minas Gerais.

Kauã estava no 1º ano do Ensino Fundamental. A professora Mara Sena lamentou a perda. “Quando eu cheguei na sala, me bateu uma tristeza. Eu como mãe, avó, imagino a dor que essa mãe está passando”, disse.

Na escola de Joaquim, a professora Keila Augusto disse que ainda é difícil acreditar na tragédia. “Até agora, estamos tentando acreditar, porque para mim parece que foi um sonho”, disse.

Relato do pai

O filho mais velho, Kauã, era fruto de um relacionamento anterior de Juliana. Com George, ela teve Joaquim e outros dois filhos: Helena, que morreu há cerca de dois anos vítima de uma doença, e João, de aproximadamente um ano e meio.

Segundo George, o fogo começou por volta das 2h. Ele contou que, ao colocar Joaquim para dormir, ligou o ar condicionado e a babá eletrônica, equipamento que monitora o que acontece no quarto das crianças.

‘Escutei os choros, a gritaria’ lembra pai e padrasto de irmãos mortos em incêndio no ES

Mais tarde, ele pediu que o mais velho fosse dormir e, em seguida, foi para o quarto, tomou banho e dormiu. Algum tempo depois, ele acordou quando o fogo já estava tomando o quarto das crianças.

“Por volta de umas 2h da manhã, escutei a babá eletrônica, os gritos deles, vi o fogo muito grande [através da babá eletrônica], corri desesperado, e a casa já não tinha energia. Eu empurrei a porta do quarto deles, que estava entreaberta, eu só havia encostado por causa do ar condicionado, entrei. Quando entrei, escutei os choros deles, a gritaria, eles gritando ‘pai, pai’. Pus a mão na cama, queimei as mãos, não consegui pegar”, lembrou George.

Ele acredita que Kauã tenha descido da beliche onde dormia para tentar ajudar o irmão e se proteger. “Eles se abraçaram, eu não consegui, o fogo estava muito quente, queimei meus pés, minhas mãos. Eu saí, estava só de cueca, gritando. Comecei a desesperar, duas pessoas vieram e me tiraram da casa, eu tentei uma três vezes entrar para salvar mas já não ouvia mais a voz deles”, lamentou o pastor.

A mãe das crianças não quis falar com a imprensa. Já o pai de Kauã, Rainy Bukovsky, disse que recebeu a notícia através da família, e que este é um momento doloroso para todos.

“Foi uma notícia muito dolorosa. Sei que agora meu filho é um anjo e o irmãozinho dele também. Tenho certeza que um dia vamos entender todos os planos de Deus”, disse.

Casal já perdeu outra filha

Há aproximadamente dois anos, George e Juliana perderam a filha Helena, vítima de uma enfermidade caracterizada por uma anomalia no intestino.

“Não tem uma resposta pro mundo se não for Deus, se eu não tivesse Deus eu não estaria aqui, porque há menos de dois anos eu já perdi uma menina com três meses por uma doença. Creio que Deus tem um plano sobrenatural sobre essas coisas”diz george

Casa da família, onde aconteceu em incêndio no Centro de Linhares, no Espírito Santo (Foto: Raphael Verly/ TV Gazeta)

Casa da família, onde aconteceu em incêndio no Centro de Linhares, no Espírito Santo 

Pastores, George e Juliana têm se apegado à fé em Deus para enfrentar a perda. “Eu tenho plena certeza e convicção de que é Deus que está nos segurando, nos mantendo firme. Creio que há um propósito eterno em relação a tudo isso. Não há nada que me faça parar agora, entrar num quarto, entrar em depressão porque eu creio que o mundo precisa de Deus”, disse George.

Identificação

Após o incêndio, como não havia legistas no SML de Linhares, os corpos foram levados para Colatina. Uma médica legista examinou os corpos, mas não conseguiu identificar as crianças. Por isso, vão ter de passar por um exame de DNA.

Nesta segunda-feira (23), os pais das crianças estiveram no Departamento Médico Legal (DML) de Vitória para coletar material. O laudo sai em 15 dias, ou seja, os corpos só devem ser liberados depois desse prazo.

Irmãos morreram carbonizados em incêndio em Linhares, ES (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
fonte:g1

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Tags: Linharesluto

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