
De acordo com uma amiga da jovem, no momento em que ela começou a passar mal – madrugada de segunda aqui no Brasil – chegou a ligar através do WhatsApp para vários amigos, inclusive para o namorado, que morava com ela em Vitória, que foi o único que a atendeu.
O namorado teria dito que Deyse, passando muito mal, chegou a falar com ele por aproximadamente duas horas, até que deu o último suspiro e “caiu para trás”.
“Ele (namorado de Deyse) me contou que conversou muito com ela. Ela teria dito, inclusive, que o amava e que amava a família dela”, contou.
A informação de que a jovem transportava drogas no estômago foi confirmada por um policial português, através de uma ligação feita pela amiga de Deyse para Lisboa. “Ele me contou que ela morreu porque transportava drogas no estômago”, disse.
Deyse Ricarte deixou um filho de 11 anos.











