Assumção para secretário: “Oh seu desgraçado, seu demônio, vai embora do Espírito Santo”

Em discurso inflamado, superando a qualquer outro que já tenha feito na tribunal da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, o deputado Capitão Assumção (PSL) chamou o secretário de Justiça, o delegado federal Luiz Carlos Cruz, de “desgraçado e demônio”, por discutir política de desencarceramento no Espírito Santo.

Respondendo a processo na Corregedoria da Ales por oferecer 10 mil reais a quem entregar morto o assassino da Maiara de Oliveira, em 11 de setembro do ano passado, ele criticou por sua atuação ser denunciada. E peitou ao desafiar “ONGs lixo e jornalixos” a conseguirem vê-lo perder o mandato.

“Por causa da imunidade parlamentar eu estou na corregedoria, só porque eu represento a voz do povo e porque eu ofereci R$ 10 mil reais pela cabeça de um bandido. Ninguém lembra mais da Maiara, e nem mais o dia em que ela perdeu a vida na frente da filha, uma menina de 4 anos. Então essas porcarias que ficam denunciando deputado tem que procurar o que fazer do que deixar o parlamentar falar verdade e defender o povo que ele veio representar”, criticou.

Na avaliação do parlamentar, a reação dele está correta e os contrários apoiam mais crimes, como o que matou a pequena Alice, de 3 anos, domingo (9), em Vila Velha. “Quero que você que quer ver deputado perder mandato, vá lá na casa da mãe da Alice, que perdeu a filha de 3 anos e veja lá no Instagram a foto que a mãe da menina colocou dela indo para  escola. Esse miserável, esse desgraçado que tentou tirar a vida de outro bandido, tirou a vida da Alice, de 3 anos, essa desgraça merece estar vivo? Aí esse bando de vagabundos que fazem jornalismo e esses desgraçados que representam Ongs lixos – se controlando para não xingar na tribuna da casa – que vão falar que o deputado não pode oferecer dez mil. O dinheiro é meu e eu faço o que eu quiser com meu dinheiro. Essa desgraça merece estar vivo, esse demônio que tirou a vida de uma menina de 3 anos merece estar vivo? Cara, poderia ser uma filha minha, Alice perdeu a vida porque esses desgraçados não respeitam ninguém”.

Em seguida, mirou no Governo Renato Casagrande, na pessoa do secretário de Estado de Justiça, Luiz Carlos Cruz, a quem chamou de “turista”, mas não mencionou seu nome. “Esse dias, deputados, eu fui a uma entrega de viatura, e entrei na sala errada. Tinha um secretário turista, que veio lá dos quintos dos infernos, da secretaria de justiça, para falar de politica de desencarceramento. O desgraçado do secretário estava falando de política de desencarceramento é para tirar bandido e colocar na rua, para tirar vida de inocente. Um desgraçado desses não merece estar na política de um governo capixaba. Vai para o inferno secretário. Política de desencarceramento? Vai tratar da sua vida em outro lugar e não no Espírito Santo. Olha só a menina Alice, aí não querem que eu ofereça 10 mil? Eu ofereço 20 mil para essas desgraças não tirarem mais a vida de inocentes. Eu quero ver esses lixos, dessas ongs de direitos humanos dos infernos, do capeta, vêm aqui tentar tirar mandato de deputado, não vão tirar porque eu represento a voz do povo. Ninguém vai calar o deputado, que não aguenta mais ver tanta gente inocente morrer”.

“Esse secretário, que nem merece ter o nome citado, esse desgraçado desse secretário que eu dei um flagrante falando de política de desencarceramento, oh seu desgraçado, seu demônio vai embora do Espírito Santo. Rapaz, deixa a polícia trabalhar e sentar o laço nesses bandidos . Começa a matar bandido que eles vão começar a ter medo dos cidadãos”, acrescentou.

E ao Governo Casagrande respingou: “É uma vergonha o que esse estado está vivendo debaixo desse manto socialista que passa a mão na cabeça do bandido e deixa todo o estado refém de toda sorte de justiça. Esses turistas, policiais federais, com todo respeito à categoria, mas esses delegados de policia federal tem que ir embora. Quem conhece a realidade do Espirito santo são os capixabas. Tem muito profissional capixaba com toda condição de assumir a secretaria de Justiça e a Secretaria da Segurança”, finalizou.

Fonte: ES HOJE

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