Manifestantes interditam avenida Carlos Lindenberg em protesto contra morte de DJ

Um grupo de amigos e familiares do DJ e produtor musical Thiago Crei, assassinado na semana passada, realiza um um protesto, na noite desta segunda-feira (16), na avenida Carlos Lindemberg, em Vila Velha. Os manifestantes interditam parte da avenida na altura do bairro Nossa Senhora da Penha.

Portando cartazes, faixas e utilizando um trio elétrico, eles pedem justiça para o caso e que a polícia dê logo uma resposta sobre o que aconteceu com o músico. Ele foi encontrado morto na semana passada, no bairro Ataíde, também em Vila Velha.

Os manifestantes ocupam metade da pista do sentido São Torquato, próximo ao Mineirão Atacarejo. Agentes da Guarda Municipal de Vila Velha estão no local, acompanhando os manifestantes e orientando os motoristas.

Por causa do protesto, o trânsito na região está bastante congestionado e flui com muita lentidão.

DJ foi encontrado morto em área de mata

O DJ e produtor de eventos foi encontrado morto, na manhã da última terça-feira (10), em uma região de mata. Segundo a Polícia Militar, Thiago Crei possuía diversas perfurações no corpo.

Foto: Instagram | @thiago_crei

Uma mulher que caminhava pela região viu a vítima e acionou a polícia, por volta das 6h50. Os peritos identificaram que o rapaz foi morto com facadas em todas as partes do corpo, inclusive no rosto.

O crime, segundo a polícia, teria acontecido durante a madrugada. No bolso da bermuda de Thiago, os policiais encontraram quase R$ 1 mil em dinheiro.

Pelas marcas de sangue no asfalto e na calçada, a polícia acredita que o DJ tenha sido arrastado, depois de ferido, para o matagal. Ele não portava documentos e foi identificado pelas tatuagens que possui no peito.

A motivação e a autoria do crime ainda são um mistério para a polícia.

Polícia nega boatos sobre identificação de suspeito de matar DJ 

Durante a tarde de terça-feira (10), dia do crime, boatos começaram a circular nas redes sociais sobre a possível identificação de um dos suspeitos de envolvimento no crime. Os boatos, no entanto, foram negados pela polícia.

Em nota, a Polícia Civil esclareceu que as informações que circulam nas redes sociais não são verídicas e que o homem, apontado como suspeito do crime nas postagens, já procurou a corporação para registrar um boletim de ocorrência.

A polícia destacou ainda que outros detalhes do caso não serão divulgados, neste momento, para preservar as investigações.

Fonte: Folha Vitória

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