Medida protetiva foi concedida para testemunhas de agressão a enfermeira Géssica

A pedido do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Nova Venécia, a Justiça concedeu medida protetiva para duas testemunhas envolvidas no caso da jovem Géssica de Sá Soto, agredida em uma festa no dia 15 de outubro, no município.

No requerimento apresentado à Justiça, o MPES narra que, durante a instrução do Inquérito Policial, as vítimas disseram se sentir coagidas e assediadas por Géssica de Sá Soto e pelo tio dela, o sargento da Polícia Militar Sérgio Roberto da Silva Cunha Filho, para que prestassem depoimento na esfera policial e judicial incriminando um dos supostos agressores.

Assim, a medida proíbe a aproximação e qualquer tipo de contato entre as testemunhas, Géssica e Sérgio. Para o MPES, o requerimento é necessário para garantir a verdade dos depoimentos no processo.

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