Pastor George fala com mulher por cartas e defesa tenta mais um recurso para libertá-lo da prisão

A polícia trabalha com a linha de investigação de homicídio doloso (com intenção de matar).

Preso desde o dia 28, o pastor George Alves, se comunica com a mulher, a também pastor Juliana Salles, por meio de cartas. A informação é de um dos advogados de defesa do pastor, Helbert Gonçalves de Souza. De acordo com ele, George ainda não pode receber a visita da mulher por questões de segurança da mesma. “Achamos melhor ela não ir. Em casa, ela está mais segura. Além disso, todas as partes estão abaladas psicologicamente”, disse o advogado.

Segundo Helbert, o pastor sempre pergunta pelo filho e pela mulher. “A todo tempo ele fala que os ama, que é inocente, que não fez nada com os filhos dele”, contou. Helbert informa que Juliana também está muito abatida e não sai de casa para nada. “Ela tem medo das ameaças que vem sofrendo da população”.

Pedido de Liberdade

A defesa do pastor reiterou o pedido para que ele seja libertado. George está preso no Centro de Detenção Provisória de Viana (CTV) II, sob a alegação de atrapalhar as investigações das mortes do enteado Kauã Sales Butkovsky, de 6, e do seu filho, Joaquim Alves Alves Sales, de 3. Na última quinta-feira, a Polícia Civil informou que representou junto ao Poder Judiciário pela prorrogação da prisão temporária do pastor por mais 30 dias, pelo fato da polícia trabalhar copm a linha de investigação de homicídio doloso (com intenção de matar).

Segundo o advogado Helbert Gonçalves de Souza, a solicitação foi protocolada na sexta-feira com o objetivo de contrapor o pedido de prorrogação da prisão temporária. “Nós reiteramos o pedido de liminar mediantes novas provas que foram juntadas aos autos”. Uma liminar requerendo a soltura já havia sido solicitada pela defesa do pastor no dia 4 de maio, porém, foi negada pela Justiça. A defesa de George afirmou que não há indícios de provas contra o pastor que leva à conclusão de crime doloso.

Culto

Vizinhos da Igreja Batista Ministério Vida e Paz, no bairro Interlagos, que tinha o pastor George Alves como líder, afirmaram que na tarde do últomo sábado (19) ocorreu um culto no local a portas fechadas. Foi a primeira reunião de fiéis após o sepultamento dos irmãos Kauã e Joaquim. A placa do templo foi recolocada, mas o galpão continua de portas fechadas.

Fonte: Jornal A Tribuna

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