Pastor George pode ser transferido para presídio onde ficam acusados de crimes sexuais

A expectativa é de que o pastor deixe o Complexo Penitenciário de Viana já nesta quinta-feira e seja levado para o Complexo do Xuri, em Vila Velha

O pastor George Alves, suspeito de ter estuprado, espancado e queimado os irmãos Joaquim Alves Sales, de 3 anos, e Kauã Sales Butkovisky, de 6, poderá ser transferido para a Penitenciária Estadual de Vila Velha (PEVV5), no Complexo do Xuri. No presídio costumam ficar custodiados presos que cometeram crimes de cunho sexual.

A informação foi obtida pela reportagem da TV Vitória/Record TV, por meio de fontes ligadas à Secretaria de Estado da Justiça (Sejus). A expectativa é de que a transferência ocorra já nesta quinta-feira (24).

Ainda de acordo com as informações obtidas pela reportagem, George está custodiado em uma ala reservada para presos de menor periculosidade, que foram detidos por estarem devendo pensão alimentícias ou que possuam curso superior. O suspeito já estaria sabendo que a polícia revelou detalhes do crime e permaneceu calado durante a maior parte do dia.

De acordo com agentes penitenciários do presídio de Viana ouvidos pela reportagem, George não recebeu visitas durante todo o dia, nem mesmo de seus advogados. Os agentes ressaltam, no entanto, que os advogados possuem trânsito livre, ou seja, podem visitá-lo no presídio a qualquer momento, diferente das demais pessoas, que só podem realizar as visitas no período das 6 às 18 horas.

Suspeito está preso no Complexo de Viana desde o dia 28 de abril, onde cumpre prisão temporária

George Alves foi preso no dia 28 de abril. Na época, a Polícia Civil informou que a prisão temporária, por 30 dias, foi pedida porque o pastor estaria atrapalhando as investigações. Na última terça-feira (22), a Justiça decidiu prorrogar por mais 30 dias a prisão temporária do suspeito.

Segundo a Polícia Civil, George será indiciado por duplo homicídio triplamente qualificado e duplo estupro de vulnerável. A soma das penas máximas podem chegar a 126 anos de reclusão.

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