Preso americano suspeito de transformar cobertura de luxo em laboratório de cultivo de maconha no Rio

A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta sexta-feira, o americano naturalizado brasileiro Wallace Hayes Calkaway, de 36 anos. Ele é suspeito de transformar uma cobertura de Ipanema, na Zona Sul do Rio, em uma especie de laboratório de produção, cultivo e venda de maconha com alto potencial de tetrahidrocanabinol.

Ao fundo da plantação, uma gráfico com instruçõesde cultivo também foi apreendido
Ao fundo da plantação, uma gráfico com instruçõesde cultivo também foi apreendido Foto: Reprodução

A substância potencializa os efeitos da droga no organismo humano e, em alguns casos, pode causar alucinações. Mais de 30 pés da planta foram encontrados no imóvel por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).

Plantas estavam separadas por vasos
Plantas estavam separadas por vasos Foto: Reprodução

O americano vinha sendo investigado pela polícia carioca há três meses. Nesta sexta-feira, agentes da especializada foram até a cobertura, localizada na Rua Visconde Pirajá, para cumprir um mandado de busca e apreensão.

Polícia encontrou estufa improvisada na cobertura
Polícia encontrou estufa improvisada na cobertura Foto: Reprodução

Ao entrar no imóvel, os policiais encontraram um quarto e um banheiro que eram usados com estufa para plantação de maconha. Um quadro com uma espécie de gráfico, com anotações sobre o cultivo e o prazo de crescimento dos pés da droga também foram apreendidos.

Segundo a polícia, uma quantidade da droga já embalada para venda, além de uma balança de precisão, também foram encontradas no local.

Poicia encontrou maconha já embalada e uma balança
Poicia encontrou maconha já embalada e uma balança Foto: Reprodução

O americano que usa dois imóveis, no mesmo prédio da Visconde de Pirajá, foi preso e levado para a Cidade da Polícia, no Jacaré, na Zona Norte do Rio.

Segundo informações obtidas pela especializada, Wallace usava a plantação para abastecer usuários de maconha da Zona Sul do Rio. Peritos do Instituto de Criminalística estão examinado e contabilizado o total de pés de maconha apreendidos no imóvel. A Polícia Civil disse que a investigação segue em sigilo para não atrapalhar futuras prisões.

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