Universitário capixaba afirma ter sido humilhado durante uma entrevista de emprego

“O dono me disse que eu ficaria até às 22 horas. Só que tinham combinado comigo que eu ficaria até às 17 horas, porque eu faço faculdade. Ele disse que se eu não tivesse gostado, poderia levantar e ir embora.” – Afirmou o universitário

Jovem, que está sem emprego desde o ano passado, mostra carteira de trabalho. (Foto: Rodrigo Gavini)

Um de 25 anos, morador de Cariacica, afirma ter sido humilhado durante uma entrevista de emprego. Concorrendo a uma vaga de porteiro virtual, em uma empresa que fica na Praia do Suá, em Vitória, o rapaz diz que foi xingado e obrigado a fazer oito flexões.

“Perguntei a um funcionário se era sempre assim e questionei se não tinham medo que alguém denunciasse. Ele disse que ninguém denunciou”, contou o rapaz, que pediu para não ser identificado.

Universitário chamou a atenção pelo procedimento que, segundo ele, é adotado pela empresa.

“Como eu estava precisando de serviço, fiquei de boa. Quando comentei que eu era evangélico, começaram a rir da minha cara. O dono mesmo falou comigo que só passava demônio lá dentro”, disse o universitário.

Ele contou que, na última quinta-feira (24), depois de ter feito oito flexões – três antes e cinco após o almoço –, ter sido ofendido diversas vezes, ainda foi surpreendido.

“O dono me disse que eu ficaria até as 22 horas. Só que tinham combinado comigo que eu ficaria até as 17 horas, porque eu faço faculdade. Ele disse que se eu não tivesse gostado, poderia levantar e ir embora. Foi o que eu fiz”, afirmou.

Fonte Tribuna Online.

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