16 imagens dolorosas que mostram como é o dia a dia em um prostíbulo de Bangladesh

Bangladesh é um país asiático que possui uma grande fronteira com a Índia. Apesar do país ser em sua grande maioria muçulmano, a prostituição é completamente legalizada. É no distrito de Tangail, que existe um dos bordéis mais antigo de todo o pais. O bordel Kandapara tem nada mais e nada menos do que 200 anos e também é considerado o segundo maior de Bangladesh.

Uma jornalista Alemã chamada Sandra Hoyn foi até o país, especialmente com o objetivo de documentar como é a vida dentro do Kandapara, visto que o bordel é basicamente uma pequena cidade murada, que abriga centenas de mulheres que vivem ali.

Segundo a própria jornalista: “- O bordel é como o seu próprio microcosmo, é uma cidade em uma cidade. Nas ruas estreitas, há barracas de comida, lojas de chá e vendedores ambulantes. Passei todos os dias de manhã até à noite no bordel e alguns dias eu esqueci onde eu estava. Às vezes era como a vida cotidiana em outra cidade com as suas próprias regras”.

Apesar da pseud liberdade que a estrutura do bordel posse passar, uma vez que é um lugar fechado e protegido, as prostitutas não são tratadas como cidadãs comuns.

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Elas não possuem direito algum, são proibidas de ultrapassarem os muros da Kandapara, e se quer são autorizadas a ficar com todo o dinheiro que elas fazem, visto que o local, obviamente possui um dono.

A grande maioria das meninas são extremamente pobres, e foram traficadas, abandonadas ou até mesmo nasceram dentro do bordel. Por isso, apesar de na teoria, as prostitutas precisarem ser maiores de 18 anos, na prática as coisas não são bem assim. A maioria delas chegam ao bordel nessas condições mencionadas acima, e começam a fazer programas com 12 a 14 anos.

Para se passarem por mais velhas, muitas recorrem a utilização de esteroides, que geralmente são usados por agricultores para engordar o gado, o objetivo é além de parecer mais velha, encorpar e conseguir agradar aos clientes.

Além disso o sistema de valores dentro do bordel funciona de maneira sistemática, uma vez que a beleza e idade de cada menina é que determina o seu preço. De um modo geral, as prostitutas desse local, ganham uma média de 1000 a 2000 Taka diários, que é o equivalente a 35 a 71 reais por dia. Visto que o preço médio do programa é de 300 Taka, o que em nossa moeda seria o equivalente a 10 reais.

Confira agora, as fotografias realizadas por Sandra Hoyn, e entenda como é o triste dia a dia dessas fortes mulheres:
1- Papia, tem 18 anos, teve um casamento abusivo e precoce, e foi parar no bordel após cumprir a sua condenação em um presídio, por usar heroína

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