244 mil pessoas estão desempregadas no Espírito Santo

A taxa de desemprego continua apresentando redução no Espírito Santo. Os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontaram que a quantidade de desempregados diminuiu. Mesmo assim, 244 mil capixabas continuam sem ocupação.

Os números são relativos ao último trimestre de 2017, entre os meses de outubro e novembro. Em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano, houve uma redução de 32 mil desempregados. A quantidade de pessoas ocupadas nos meses de julho a setembro era de 278 mil capixabas.

Ainda de acordo com a pesquisa, os setores que mais apresentaram aumento no número de empregados foram de Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (2,9%); Construção (0,75), Informação, Comunicação e Atividades financeiras, imobiliárias e administrativas (8,8%); e Serviços Domésticos (9,6%).

Os setores que apresentaram redução nas atividades foram, principalmente o de Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aquicultura (-6,4%); Indústria (-3,7%); e Transporte, Armazenamento e Correios (-3,3%).

Nacional

O Brasil fechou o quarto trimestre de 2017 com 23,6% de trabalhadores subutilizados, o que representa 26,4 milhões de pessoas que potencialmente poderiam trabalhar, mas estão desocupadas. No terceiro trimestre de 2017, a taxa ficou em 23,9%. No quarto trimestre de 2016, o índice ficou em 22,2%. Já a taxa média anual para 2017 ficou em 23,8%.

A taxa de desocupação no quarto trimestre de 2017 no Brasil (11,8%) apresentou redução de 0,6% em comparação ao terceiro trimestre de 2017 (12,4%) e ficou estatisticamente estável frente ao quarto trimestre de 2016 (12,0%).

Entre os Estados, Piauí (40,7%), Bahia (37,7%), Alagoas (36,5%) e Maranhão (35,8%) apresentaram as maiores taxas de subutilização da força de trabalho no quarto trimestre. Já Santa Catarina (10,7%), Mato Grosso (14,3%), Rio Grande do Sul (15,5%) e Rondônia (15,8%) tiveram as menores taxas. Em comparação ao terceiro trimestre de 2017, teve uma diminuição do indicador em quase todas as regiões: Norte (de 12,2% para 11,3%), Nordeste (de 14,8% para 13,8%) e Sudeste (de 13,2% para 12,6%).

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