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Acusado de estupro virtual em Cariacica, diz que cometia crimes por se sentir feio e rejeitado

Imprensa Redação por Imprensa Redação
15 de agosto de 2018
em Polícia
Breno da Silva Vieira confessou os crimes. (Foto: Divulgação PC)

A Polícia Civil prendeu um jovem de 22 anos acusado de usar as redes sociais para ameaçar jovens e exigir que elas enviassem fotos e vídeos íntimos. Breno da Silva Vieira foi preso em casa, no bairro Vila Merlo, em Cariacica, pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos. Ele confessou os crimes e disse que os cometeu por se sentir magro, feio e rejeitado.

Os crimes aconteciam há cerca de um ano e meio. “Segundo ele afirmou, a principal forma de agir era enviando um link para a vítima com uma informação falsa. Por exemplo: ‘suas fotos vazaram na internet, clique aqui para conferir’. A vítima clicava no link e a partir daquele momento, o Facebook era hackeado e ele tinha acesso à conta a vítima. Ele procurava imagens íntimas nas conversas da vítima e, se houvesse, solicitava novas imagens ameaçando divulgar as fotos no próprio Facebook. Em alguns casos ele exigia que a vítima realizasse 20 tarefas relacionadas ao envio de fotos ou vídeos íntimos. Mesmo quando a vítima cumpria essas tarefas ele divulgava as fotos, inclusive marcando amigos e parentes da vítima”, explicou o delegado Brenno Andrade.

De acordo com o delegado, o acusado chegou a se relacionar virtualmente com algumas vítimas. “Em uma variação do crime que praticava ele criava um perfil falso e começava um relacionamento virtual com a vítima. A partir do momento que a vítima tinha uma intimidade, enviava foto ou vídeo para ele.

Depois, esse perfil falso criado por ele terminava o relacionamento virtual e, utilizando de outro perfil falso, ele dizia que a conta do namorado tinha sido hackeado e que ele possuía todas as fotos da vítima. Então, ele solicitava novos vídeos sobre a mesma ameaça de divulgar o material no Facebook. A vítima, constrangida e acuada, acabava cumprindo as tarefas e mesmo assim, ele fazia a divulgação”, contou.

Nas redes sociais, o suspeito se identificava como Weslley WV (Rei delas) (Foto: Divulgação PC)

Nas redes sociais, o suspeito se identificava como Weslley WV (Rei delas) (Foto: Divulgação PC)

O acusado afirmou que praticava os estupros virtuais por se sentir rejeitado. “Ele confessou o crime. Falou que fez isso em razão do próprio perfil dele. Pelo fato de ser magro, feio, rejeitado e não ter amigos, ele passou a enviar esses links. Ele informou que, quando ele começou a aplicar o golpe, chegou a enviar links para 100 vítimas e pelo menos 50 caíram”, disse o delegado.

Breno vai responder por diversos crimes. “A gente investiga 13 procedimentos em que ele pratica o suposto crime de estupro virtual e também crimes relacionados ao Estatuto da Criança e do Adolescente – considerando que as vítimas eram menores de idade e também em relação a questão do armazenamento e divulgação de fotos – além de crimes contra a honra como difamação e injúria e também há possibilidade dele responder por constrangimento ilegal e ameaça”, afirmou o delegado.

O acusado usava um celular para praticar os delitos e o que chamou a atenção do delegado foi o fato dele não saber ler nem escrever. “Eu indaguei como ele fazia isso sem ter conhecimento da Língua Portuguesa e ele informou que tinha um aplicativo no celular que transcrevia mensagens e também realizava a leitura das mensagens para ele. Ele fazia tudo pelo celular. Residia com a avó em uma casa bastante humilde onde nós encontramos chips de várias operadoras, uma agenda telefônica onde constavam vários números de telefone além do e-mail que ele usava para cometimento do crime e e-mail de vítimas”, completou Andrade.

O titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos faz um alerta. “A primeira dica que eu dou e por mais banal que pareça ser, é ter um relacionamento real. Muitas vezes a pessoa começa um relacionamento virtual e sequer sabe se quem está do outro lado existe. A gente orienta a não divulgar imagens que mostrem rosto e que possam identificar as vítimas em redes sociais, considerando que elas podem ser usadas depois para os mais diversos fins como ameaças, extorsões e montagens”. Por Thaís Cardoso com informações de Jéssica Cardoso do Tribuna Online.

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Tags: ESPoliciaPreso

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