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Após passar 23 dias na cadeia, massagista do Náutico busca provar a inocência

Nunes por Nunes
22 de março de 2021
em Esporte

Paulo Mariano, massagista do Náutico, ficou preso por 23 dias no Centro de Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na região metropolitana do Recife, acusado de um assalto a ônibus no dia de Natal de 2018 – ocasião em que estava com familiares e postou fotos nas redes sociais. Livre da cadeia graças a um habeas corpus, o profissional falou sobre o que passou em entrevista à Rede Globo.

“Nunca imaginei (ser preso). Desde os 17 anos que eu trabalho. Nunca sonhei pisar nesse lugar. É um sofrimento que só Deus sabe”, comentou Mariano, que hoje tem 27 anos. “Eu não desejo para ninguém. É muito difícil. Muito sofrimento, humilhação. Esquecer… eu não vou esquecer porque só Deus sabe o que passei lá dentro, mas eu vou voltar à minha vida normal, trabalhar pelos meus filhos e levantar a cabeça. Não devo nada não e creio que isso logo vai ser resolvido”, afirmou o massagista, que deixou a cadeia na última quinta-feira.

Por conta das restrições da covid-19, Mariano não pode ver a família no período em que esteve atrás das grades. Seu único contato foi com os advogados que o representavam. O massagista afirmou ter sido pego de surpresa ao saber que havia policiais atrás dele – que primeiro foram ao Sport, clube em que trabalhava na época que o crime foi cometido, antes de ir ao Náutico.

O profissional conta que decidiu permanecer no CT do time alvirrubro, afinal não tinha nada a esconder. Após sair da cadeia, Mariano diz que nem sabia porque estava sendo levado. E, agora, pretende lutar por sua inocência ao lado da esposa e outros familiares.

Mariano vai responder o processo em liberdade pelo fato de o desembargador Evandro Magalhães Neto considerar que o massagista não tem antecedentes criminais, tem emprego fixo e família estruturada.

O CASO – Os advogados de Paulo Mariano, Fernando Coelho e Virgínia Kelli, basearam a defesa sustentando que o massagista não teve relação com o assalto ao ônibus ocorrido no bairro de Joana Bezerra, na área central do Recife. Segundo a defesa, o massagista do Náutico foi confundido com outra pessoa.

Vítimas do crime, como o cobrador do ônibus, disseram ter reconhecido o massagista, que, na época, trabalhava na comissão técnica do Sport. No entanto, os advogados de Mariano alegam que ele estava com a família, já que era dia de Natal. A defesa alegou ainda que ele postou fotos com a mulher e parentes na noite do assalto.

Nesta semana, Mariano ganhou o apoio de jogadores dos elencos de Náutico, Santa Cruz e Sport. Além do time em que trabalhava, o massagista já passou pelo Sport, onde seu pai ainda trabalha, e tem o irmão trabalhando na base do Santa Cruz.

Fonte: Noticias ao Minuto

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