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Home Desaparecidos

Após reunião, mãe de Thayna diz que vai esperar por dois dias por informações

Imprensa Redação por Imprensa Redação
7 de novembro de 2017
em Desaparecidos
Clemilda de Jesus

“Não quero que o caso da minha filha caia no esquecimento”, disse Clemilda.

A mãe da menina Thayna, sequestrada no dia 17, Clemilda de Jesus, 38 anos, se reuniu na manhã desta segunda-feira (6) com o vice-governador, César Colnago. O encontro ocorreu após um protesto organizado por Clemilda e familiares em frente ao Palácio Anchieta, no Centro de Vitória.

A vendedora foi chamada a participar da reunião pelo secretário chefe da Casa Militar, o coronel Ferrari. O encontro contou ainda com o secretário de Estado de Segurança Pública, André Garcia, e com o secretário Estadual de Direitos Humanos, Júlio césar Pompeu.

Durante a reunião, os representantes do governo afirmaram que as investigações estão em sigilo e pediram um pouco mais de paciência. “Falaram que as investigações estão em sigilo. Eu falei para eles tudo o que eu queria. Nos primeiros 10 dias eles trataram o caso como o de uma criança fugitiva”, contou Clemilda.

Após o encontro, a mãe afirmou que vai esperar por dois dias para ver se haverá alguma informação sobre a filha e o suspeito de tê-la sequestrado. “Tem que achar ele. É só ele que vai poder dizer onde está a minha filha”, disse.

Clemilda de Jesus

“Não quero que o caso da minha filha caia no esquecimento”, disse Clemilda.

A mãe da menina Thayna, sequestrada no dia 17, Clemilda de Jesus, 38 anos, se reuniu na manhã desta segunda-feira (6) com o vice-governador, César Colnago. O encontro ocorreu após um protesto organizado por Clemilda e familiares em frente ao Palácio Anchieta, no Centro de Vitória.

A vendedora foi chamada a participar da reunião pelo secretário chefe da Casa Militar, o coronel Ferrari. O encontro contou ainda com o secretário de Estado de Segurança Pública, André Garcia, e com o secretário Estadual de Direitos Humanos, Júlio césar Pompeu.

Durante a reunião, os representantes do governo afirmaram que as investigações estão em sigilo e pediram um pouco mais de paciência. “Falaram que as investigações estão em sigilo. Eu falei para eles tudo o que eu queria. Nos primeiros 10 dias eles trataram o caso como o de uma criança fugitiva”, contou Clemilda.

Após o encontro, a mãe afirmou que vai esperar por dois dias para ver se haverá alguma informação sobre a filha e o suspeito de tê-la sequestrado. “Tem que achar ele. É só ele que vai poder dizer onde está a minha filha”, disse.

Tags: caso thaynaclemildamenina desaparecidathayna

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