Confira o calendário para saber em qual mês a prova de vida deve ser realizada: Foto: Reprodução/INSS Segundo o Diretor de Benefícios do INSS, José Carlos de Oliveira, o calendário deve ser acompanhado por todos os beneficiários, e não apenas aqueles que não conseguiram fazer a prova de vida em 2021. “É importante lembrar que as pessoas com mais de 80 anos e com dificuldade de locomoção não precisam ir até o banco. Nesses casos, o próprio beneficiário, ou um familiar, pode pedir o serviço de prova de vida domiciliar” concluiu Oliveira. Onde e como fazer a prova de vida Para realizar o procedimento, o cidadão pode comparecer presencialmente no banco onde recebe seu pagamento. Algumas instituições bancárias oferecem alternativas, como prova de vida pelo caixa eletrônico ou por aplicativos. O beneficiário deve confirmar as opções disponíveis e o horário de funcionamento junto ao banco, pois algumas instituições oferecem horários diferenciados para os beneficiários do INSS. Prova de vida por biometria facial no aplicativo Meu INSS Para ter acesso ao serviço, é preciso ter a biometria facial já cadastrada nos bancos de dados do TSE e Detran. O próprio sistema do Meu INSS informa o usuário nos casos em que ele não pode realizar a prova de vida pelo aplicativo. O serviço encontra-se disponível atualmente para 6.580.056 pessoas. Prova de Vida para as pessoas com dificuldade de locomoção ou que tenham mais de 80 anos As pessoas que se encontram acamadas, hospitalizadas, com dificuldades de locomoção, ou que sejam maiores de 80 anos podem solicitar prova de vida domiciliar. O pedido de agendamento deve ser feito pelo telefone 135 ou pelo Meu INSS. A pessoa que fizer o agendamento deve acompanhar o andamento do pedido pelos canais remotos (Meu INSS ou 135) e ficar atento para entregar, via Meu INSS, a documentação solicitada. A falta da documentação correta e completa pode inviabilizar a prestação deste serviço. Como fazer o agendamento da prova de vida domiciliar pelo Meu INSS: – Faça login no Meu INSS – Na barra de pesquisa que aparece abaixo do seu nome, escreva prova de vida. – Escolha a prova de vida mais adequada à situação da pessoa (dificuldade de locomoção ou maior de 80 anos) – Siga as orientações que aparecerão na tela. É importante ter em mãos os seguintes documentos: – Documento de identificação com foto (RG, CNH ou CTPS) e CPF do titular do benefício; – Documento de identificação com foto (RG, CNH ou CTPS) e CPF do procurador; – Procuração pública ou particular, ou documento-modelo do INSS. – Atestado médico, em caso de doença contagiosa ou impossibilidade de andar, assinado há menos de 30 dias, ou – Declaração de internação em clínica de reabilitação ou casa de recuperação de dependentes químicos, quando for o caso, com até 30 dias de emissão. Para fazer a prova de vida pelo familiar no banco, é preciso estar cadastrado como procurador É bom lembrar que o procurador cadastrado no Meu INSS pode ir ao banco realizar a prova de vida em nome da pessoa que está acamada ou impossibilitada de ir até a agência. Se a pessoa já tiver procuração cadastrada há mais de um ano, ela precisará renovar a procuração. Para nomear um procurador, ou renovar uma procuração, basta seguir as orientações que estão no link: https://www.gov.br/pt-br/servicos/cadastrar-ou-renovar-procuracao Perdeu o prazo para a prova de vida? Quem perdeu o prazo da prova de vida terá o benefício suspenso. Nesse caso, a pessoa deve comparecer ao banco no qual recebe o pagamento. Lá, a pessoa fará a comprovação de vida e o pagamento será liberado na mesma hora. É importante procurar o banco o quanto antes. Caso o beneficiário possua biometria cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou no Departamento de Trânsito (DETRAN), poderá ainda fazer a comprovação pelo aplicativo do Meu INSS, sem necessidade de ir ao banco. Em último caso, se a pessoa não conseguir realizar a prova de vida diretamente na rede bancária ou através do aplicativo Meu INSS, deverá entrar em contato com a Central 135 para que seja agendado atendimento em uma Agência da Previdência Social. Após a suspensão do pagamento, se a prova de vida não for realizada num prazo de até seis meses, o benefício será cessado. Nesse caso, é preciso que o segurado solicite a reativação do benefício pelo Meu INSS. O passo a passo está no link abaixo: https://www.gov.br/pt-br/servicos/solicitar-reativacao-de-beneficio. O pedido de reativação será analisado pelo INSS dentro dos prazos legais e, após aprovado, o pagamento pode ser liberado em até 72h. Atualmente, esse serviço leva em média 40 dias para ser concluído. Por isso, o ideal é ficar atento aos prazos para fazer a prova de vida assim que possível.

O dono de um restaurante, de 31 anos, e um funcionário do estabelecimento, de 27, foram presos por suspeita de estelionato e associação criminosa, em Guarapari. Segundo a polícia, a dupla comprava mercadorias com dados de cartões de crédito clonados.

Em imagens divulgadas pela Polícia Civil, é possível ver os dois investigados em uma loja de móveis e eletrônicos, no município. Eles foram à loja para retirar uma poltrona comprada pela internet.

Os dois pareciam clientes, mas, segundo o titular da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Guarapari, delegado Guilherme Eugênio Rodrigues, a ação não passava de um golpe.

“Esse tipo de golpe se inicia com a captação dos dados dos cartões de crédito de pessoas inocentes que, muito provavelmente, apresentam seus cartões para compras presenciais em estabelecimentos comerciais. Uma vez captados esses dados, eles são intercambiados dentro dessa organização criminosa”, frisou.

“Aqueles que captam os dados, em um Estado da Federação, não os empregam, e eles transmitem para outros estelionatários, a fim de que, em outro estado, aqueles dados sejam empregados em compras realizadas de modo fraudulento”, completou o delegado.

Foto: Reprodução
Câmera registrou o momento em que os suspeitos foram à loja realizar as compras

De acordo com a polícia, a primeira compra dos suspeitos teria ocorrido em agosto. Como deu tudo certo da primeira vez, a dupla continuou a agir.

“Foram realizadas, com o cartão de três vítimas diferentes, todas oriundas do Estado de São Paulo, compras em uma única loja de departamentos, no municípios de Guarapari. Com três cartões de crédito diferentes, um único estelionatário realizou três compras diferentes em uma mesma loja. A primeira compra realizada foi devidamente entregue. Ou seja, o empresário perdeu a poltrona, então negociada, que foi buscada na própria loja pelos estelionatários”, disse o delegado.

Depois de comprarem mais de R$ 10 mil com dados de cartões clonados, a polícia conseguiu chegar aos suspeitos. Os criminosos usaram o nome de uma moradora de Guarapari, de 88 anos. A polícia realizou a prisão na última quinta-feira (09), dia da suposta entrega.

“Agiram de modo a transmitir a impressão de que uma idosa de 88 anos, completamente inocente, era a responsável por essa compra fraudulenta. A Polícia Civil, então, por meio da Deic de Guarapari, acompanhou o procedimento de entrega e, identificando o recebedor das mercadorias negociadas fraudulentamente, os capturou em flagrante delito”, contou Guilherme Eugênio.

Os investigadores não descartam a possibilidade da organização criminosa ser maior. De acordo com a Polícia Civil, as vítimas que tiveram o cartão clonado receberam o estorno das vendas e, por isso, não procuraram a polícia.

Para evitar golpes, a superintendente de Polícia Regional Metropolitana, delegada Andréia Maria Pereira dos Santos, dá algumas orientações.

“Que usuários de cartão de crédito, ao efetuar uma compra via internet, utilize o cartão virtual, que é feito exatamente para uma única compra. Assim você evita cair nesse tipo de golpe, onde o estelionatário utiliza os dados do seu cartão físico. O usuário do cartão de crédito deve bloquear o seu cartão físico para compras virtuais. Assim, ele impede que esses dados sejam utilizados de forma fraudulenta”, destacou.

Fonte: Folha Vitória

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