Em Rio Bananal Psicóloga Fernanda Gava promove palestra em prol do ‘Setembro Amarelo’

De acordo com a Psicóloga Fernanda Gava é preciso falar sobre suicídio. Por ano, um milhão de pessoas tiram a própria vida no mundo. É possível evitar essas mortes. Prevenção se faz com informação coletiva.

Segundo estudos, o Brasil é o 8º país do mundo em número absoluto de suicídios. Uma pessoa se mata a cada 45 minutos, perfazendo 32 óbitos por dia, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil.

Em Rio Bananal a Psicóloga Fernanda Gava promoverá uma palestra de mobilização regional, buscando desenvolver ações para despertar a atenção da sociedade sobre o relevante problema social.

A palestra será no dia 20 de setembro no centro de desenvolvimento rural e terá a presença de vários profissionais da área de psiquiatria e psicologia.

No evento será debatido abertamente sobre comportamento,sentimento, isolamento etc, esse mal chamado suicídio, que corre em silencio trazendo malefícios as pessoas.

Diante dessas informações para comunidade,vamos refletir suas implicações e, ainda, contribuir na construção do imaginário coletivo – podendo tanto promover a manutenção de tabus quanto sugerir novas formas de entender os acontecimentos e contribuir para mudá-los -, que a mídia deve assumir sua responsabilidade e promover o debate abertamente sobre o fenômeno. Usar sua força para promover debates sobre suas principais causas e tratamentos adequados.

Tal consenso vai de encontro com o que afirmou um dos primeiros estudiosos do fenômeno, o francês Émile Durkheim. Em seu livro “O Suicídio”, o autor chega à conclusão que o ato de ver ou tomar conhecimento de um comportamento qualquer não é o suficiente para que o indivíduo que esteja exposto a essa informação o pratique, ou seja, imite-o. Ele, portanto, precisa de outros fatores, não apenas externos, mas internos para reproduzir tal atitude.

O autor cita os jornais como divulgadores dos suicídios, mas não propagadores e instigadores do ato. Ele aponta, ainda, uma possível relação de notícias sobre suicídios como fator de colaboração para novos casos. Porém, enfatiza que não é o fato de se noticiar mortes ocasionadas por este fenômeno que estimula outras pessoas a esta prática, mas sim como o fato é noticiado.

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