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Espírito Santo lidera ranking de mortes por consumo de álcool no Brasil

Nunes por Nunes
28 de março de 2019
em Geral

Brasil avançou, mas há desafios para redução do uso nocivo de álcool

O último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que os brasileiros reduziram em 11% o consumo de álcool puro per capita, entre 2010 e 2016 – de 8,8 para 7,8 litros. No mesmo período também houve uma diminuição na taxa de transtornos por uso de álcool (de 5,6% para 4,2%).

O Espírito Santo é o estado com maior taxa de óbitos relacionados ao uso de álcool por 100 mil habitantes, com 44,2 mortes/100 mil, seguido por Pernambuco (42,4 mortes/100 mil), Paraíba (41,6 mortes/100 mil) e Rio Grande do Sul (41,5 mortes/100 mil). E, nos casos de internações, é o quarto no país em número de internações/100 mil habitantes: Santa Catarina (207,6 internações/100 mil), Rio Grande do Sul (194,1 internações/100 mil), Paraná (178,9 internações/100 mil) e Espírito Santo (160,3 internações/100mil).

Indicadores importantes que apontam que o Brasil está na direção certa, mas há desafios. Para compreender melhor o assunto, tão complexo e que demanda um olhar minucioso para questões locais, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), uma das principais referências sobre o tema no Brasil, detalhou as informações.

Os dados nacionais mais recentes e disponíveis sobre o tema no país foram reunidos e analisados, permitindo acompanhar a evolução histórica (2010-2017), destacar avanços e desafios do Brasil na redução do uso nocivo de álcool e traçar um comparativo com o cenário mundial.

Outro ponto importante é a segmentação das informações por sexo, faixa etária, estado e região, que possibilita identificar populações e localidades vulneráveis, fundamental para a criação de campanhas educativas e de prevenção desenhadas especificamente para esses públicos. “Informações locais confiáveis são essenciais para a elaboração de políticas públicas efetivas. Esperamos, com esse trabalho, contribuir com a construção do conhecimento e incentivar a ampliação de pesquisas científicas e de medidas educativas alinhadas com a meta da OMS de redução de uso nocivo de álcool”, ressaltou o psiquiatra Dr. Arthur Guerra, presidente executivo do CISA e responsável pelo projeto.

Fonte: Folha Vitória

Brasil avançou, mas há desafios para redução do uso nocivo de álcool

O último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que os brasileiros reduziram em 11% o consumo de álcool puro per capita, entre 2010 e 2016 – de 8,8 para 7,8 litros. No mesmo período também houve uma diminuição na taxa de transtornos por uso de álcool (de 5,6% para 4,2%).

O Espírito Santo é o estado com maior taxa de óbitos relacionados ao uso de álcool por 100 mil habitantes, com 44,2 mortes/100 mil, seguido por Pernambuco (42,4 mortes/100 mil), Paraíba (41,6 mortes/100 mil) e Rio Grande do Sul (41,5 mortes/100 mil). E, nos casos de internações, é o quarto no país em número de internações/100 mil habitantes: Santa Catarina (207,6 internações/100 mil), Rio Grande do Sul (194,1 internações/100 mil), Paraná (178,9 internações/100 mil) e Espírito Santo (160,3 internações/100mil).

Indicadores importantes que apontam que o Brasil está na direção certa, mas há desafios. Para compreender melhor o assunto, tão complexo e que demanda um olhar minucioso para questões locais, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), uma das principais referências sobre o tema no Brasil, detalhou as informações.

Os dados nacionais mais recentes e disponíveis sobre o tema no país foram reunidos e analisados, permitindo acompanhar a evolução histórica (2010-2017), destacar avanços e desafios do Brasil na redução do uso nocivo de álcool e traçar um comparativo com o cenário mundial.

Outro ponto importante é a segmentação das informações por sexo, faixa etária, estado e região, que possibilita identificar populações e localidades vulneráveis, fundamental para a criação de campanhas educativas e de prevenção desenhadas especificamente para esses públicos. “Informações locais confiáveis são essenciais para a elaboração de políticas públicas efetivas. Esperamos, com esse trabalho, contribuir com a construção do conhecimento e incentivar a ampliação de pesquisas científicas e de medidas educativas alinhadas com a meta da OMS de redução de uso nocivo de álcool”, ressaltou o psiquiatra Dr. Arthur Guerra, presidente executivo do CISA e responsável pelo projeto.

Fonte: Folha Vitória

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