Polícia Civil do Espírito Santo teve acesso a ligações entre os motoristas e os irmãos Leocir e Jacymar Pretti, em que os empresários autorizaram o pagamento de propinas a agentes da Polícia Rodoviária Federal em Minas Gerais, e da Polícia Militar do Ceará
Em um intervalo de menos de 20 dias após o maior acidente rodoviário da história do Espírito Santo, os irmãos donos da empresa Jamarle Transportes, proprietária do caminhão que provocou, em junho, a tragédia que deixou 23 mortos na BR 101, em Guarapari, autorizaram motoristas da empresa a pagarem propinas a policiais em Minas Gerais e no Ceará para burlar a fiscalização, tanto por excesso de peso quanto pelas más condições das carretas. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (14), pela Polícia Civil.
Durante as investigações do acidente que envolveu um caminhão da Jamarle e um ônibus da Viação Águia Branca, a Polícia Civil do Espírito Santo teve acesso a ligações entre os motoristas e os irmãos Leocir e Jacymar Pretti, em que os empresários autorizaram o pagamento de propinas a agentes da Polícia Rodoviária Federal na cidade de Sabará, em Minas Gerais, e da Polícia Militar do Ceará, na cidade de Icó.
LEIA TAMBÉM













