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Justiça determina que Samarco construa, de forma imediata, canal para escoar água da Juparanã

Imprensa Redação por Imprensa Redação
16 de março de 2018
em Linhares

Por decisão do Juiz de Direito Thiago Albani de Oliveira, o início das obras é imediato e a conclusão das mesmas deve ocorrer no prazo de 25 dias.

Justiça determina que Samarco construa, de forma imediata, canal para escoar água da Juparanã

Após a audiência de conciliação realizada na tarde de quarta-feira (14) para tratar medidas para va- zão da água da Lagoa Juparanã, represada pela barragem que impede a entrada da água do Rio Doce, contaminada com rejeitos de minério, no Rio Pequeno, a Justiça decidiu que a Samarco terá que construir, como medida emergencial, canal de extravasamento ao lado direito da ponte que liga Linhares à cidade de Rio Bananal, para o escoamento da água da lagoa Juparanã. Por determinação do Juiz de Direito, Thiago Albani de Oliveira, o início das obras é imediato e a conclusão das mesmas deve ocorrer no prazo de 25 dias.
Para o secretário municipal de Meio Ambiente Lucas Scaramussa – que participou da audiência -, a construção de um canal para o extravasamento da água do Rio Pequeno para o Rio Doce é uma medida paliativa, considerada a mais eficiente e com menor risco para evitar a desestabilização da barragem e um possível comprometimento da ponte que liga as duas cidades. “Porém, a construção da barragem com comportas é o objeto da nossa ação e que foi acatada pela Justiça”, confirma. Scaramussa ressalta que as equipes da Secretaria de Meio Ambiente e demais órgãos ambientais acompanham a obra principalmente o reforço na estrutura das cabeceiras da ponte para garantir qualquer risco a estabilidade da mesma. As obras para construção do canal tiveram início na tarde de ontem (15).
Com a cheia da lagoa, três famílias em Linhares já estão desalojadas. O secretário Lucas Scaramussa explicou que já esteve reunido com a Secretaria Municipal de Segurança e Proteção Civil e representantes da Fundação Renova, para que as mesmas sejam beneficiadas com o aluguel social que deverá ser custeado pela Renova. “Caso a Renova se recuse a custear as despesas do aluguel social a Prefeitura irá arcar com os custos e depois cobrará à Fundação os valores investidos na proteção social destas famílias”, destacou. Ele orienta que outras famílias que tenham suas casas invadidas pela água da cheia procurem a Defesa Civil Municipal.
Posicionamento
A Fundação Renova esclarece que o barramento foi construído em função de uma ordem judicial. “A Fundação reitera que a água do Rio Doce atende aos parâmetros aceitáveis de qualidade da água e pode ter uso humano após os tratamentos convencionais. Diversas cidades na região já captam água do rio Doce para abastecimento da população”, informa a nota. Ainda segundo a Fundação, hoje, a qualidade da água do rio Pequeno, em função dos barramentos, está em condições inferiores à qualidade da água do Rio Doce, tendo em vista a quantidade de matéria orgânica presente.
“A manutenção dos barramentos está ocasionando desdobramentos ambientais, sociais e econômicos, além da piora sistemática da qualidade da água devido à interrupção de fluxo natural existente entre a lagoa Juparanã e o Rio Doce”, completa. Por isso, devido à complexidade da situação, a Fundação diz que está estudando e discutindo com autoridades, Ministério Público e Poder Judiciário, medidas e ações de curto e médio prazos, de caráter provisórios, até que se tenha uma solução definitiva para a situação.
“De qualquer forma, as soluções são gradativas e implicam em medidas de segurança e correto planejamento das ações”, consta na nota. Já em relação à questão dos prazos discutidos na audiência de quarta-feira (14), para as obras emergenciais, a Renova confirma que em 25 dias será aberto um canal lateral para extravasar a água excedente na tentativa de normalizar o nível da água na lagoa Juparanã e resolver a questão dos alagamentos. E que no prazo de 15 dias será discutida uma proposta de acordo para a solução definitiva da questão.
Quanto aos alugueis sociais, a Fundação se comprometeu a prestar mais informações posteriormente.
As informações e foto são do Site de Linhares.

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Tags: Rio Docesamarco

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