Mais da metade dos hospitais da Faixa de Gaza parou de funcionar, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em post no X (antigo Twitter) nesta 3ª feira (14.nov), o órgão afirmou que 22 dos 36 complexos de saúde interromperam operações por “falta de combustível, estragos, ataques e insegurança”.
A OMS ainda disse que os 14 hospitais que seguem abertos “mal têm recursos suficientes para manter cirurgias críticas e procedimentos que podem salvar vidas e fornecer cuidado a pacientes internados, incluindo tratamento intensivo”.
O órgão também reforçou pedido por cessar-fogo imediato, proteção e assistência médica a civis e respeito às leis humanitárias internacionias.
Fonte: SBT











