Moradora de Guarapari faz campanha para reencontrar a irmã gêmea

Maria Aparecida de Castro Fernandes foi separada da irmã Maria do Amparo com menos de um mês de vida, em dezembro de 1969, em Pedro Canário

Cida esta à procura da irmã gêmea
Cida esta à procura da irmã gêmea / Foto: Arquivo pessoal

Separadas antes mesmo do primeiro mês de vida, Maria Aparecida de Castro Fernandes, hoje com 47 anos, está à procura da irmã gêmea, Maria do Amparo. Nascidas em uma família muito humilde, a mãe ficou com apenas uma das filhas e deu Maria Aparecida para adoção.

Com esperança de reencontrar a irmã, Maria Aparecida, que hoje mora em Guarapari, criou uma campanha no Facebook. Muitos amigos e até mesmo desconhecidos se empenham na missão de possibilitar um reencontro das gêmeas.

Em entrevista ao

Gazeta Online

, Aparecida contou que a mãe biológica dela, Itamar da Silva Coelho, a entregou a uma idosa chamada Cacilda de Castro Fernandes, em um posto de gasolina de Pedro Canário, no Norte do Espírito Santo. “A gente estava viajando e chovia muito. A gente parou em um posto de gasolina. Minha vó me pegou me ofereceu a uma moça”. Segundo ela, a avó e a mãe fizeram isso por não ter condições para criá-la. “Meu estado de saúde era crítico, por esse motivo, minha avó materna resolveu me entregar para adoção. Mas ficou com minha irmã gêmea Maria do Amparo que tinha boa saúde”, contou.

Aparecida seguiu a viagem com a mãe adotiva para Teixeira de Freitas, na Bahia, para passar uns dias em uma fazenda. Depois, ela foi para o Rio de Janeiro, onde morou até aos dez anos de idade. Depois veio morar no Espírito Santo com a nova família, onde, até hoje, permanece.

COINCIDÊNCIA

Coincidência ou não, Aparecida recebeu pelo Whatsapp, a foto de uma mulher, que seria a sua suposta irmã gêmea. Fã da ‘Mulher Maravilha’, ela contou que ficou surpresa quando recebeu a imagem pelo aplicativo, devido às semelhanças, até mesmo na fantasia. “Esses dias recebi a foto de uma mulher muito parecida comigo. Era uma brincadeira, mas as pessoas próximas que receberam, me mandavam falando a respeito da semelhança física. O que mais me chamou a atenção, além da aparência física, foi que ela estava vestida de Mulher Maravilha, personagem que sou fã. Pode ser muita coincidência, mas isso me intrigou e me fez ter mais vontade ainda de ir em busca da minha irmã”.

Cida (à esquerda) e a imagem de uma mulher que recebeu no WhatsApp (à direita) com a qual se acha muito parecida
Cida (à esquerda) e a imagem de uma mulher que recebeu no WhatsApp (à direita) com a qual se acha muito parecida / Foto: Arquivo pessoal

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