Morre dentista de 22 anos que estava 12 dias internada após ser agredida

Roberta Pacheco foi internada após se sentir mal em hotel onde estava hospedada com o namorado; ele é suspeito do crime e está preso

Morreu a dentista de 22 anos que estava em coma após ser agredida em Patos de Minas, cidade que fica a 400 km de Belo Horizonte, na Região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais. O companheiro dela é o principal suspeito do crime e foi preso na manhã desta segunda-feira (18).

Roberta Pacheco ficou internada durante 12 dias em um hospital de Patos de Minas, após se sentir mal em um hotel onde estava hospedada com o namorado, na madrugada do último dia 5.

Ela teve convulsões e uma parada cardíaca, evoluindo para coma. No dia em que foi internada, a dentista apresentava vários hematomas pelo corpo e exames toxicológicos apontaram o uso de cocaína.

A família da jovem acusa o companheiro da dentista pela morte dela. Foi ele quem acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) quando ela deu sinais de que estava passando mal. Uma amiga de Roberta chegou a dizer que, no dia da agressão, a dentista chegou a lhe enviar mensagens pedindo ajuda para deixar o hotel onde estava hospedada com o namorado. O caso é investigado pela Polícia Civil (PC).

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Morreu a dentista de 22 anos que estava em coma após ser agredida em Patos de Minas, cidade que fica a 400 km de Belo Horizonte, na Região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais. O companheiro dela é o principal suspeito do crime e foi preso na manhã desta segunda-feira (18).

Roberta Pacheco ficou internada durante 12 dias em um hospital de Patos de Minas, após se sentir mal em um hotel onde estava hospedada com o namorado, na madrugada do último dia 5.

Ela teve convulsões e uma parada cardíaca, evoluindo para coma. No dia em que foi internada, a dentista apresentava vários hematomas pelo corpo e exames toxicológicos apontaram o uso de cocaína.

A família da jovem acusa o companheiro da dentista pela morte dela. Foi ele quem acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) quando ela deu sinais de que estava passando mal. Uma amiga de Roberta chegou a dizer que, no dia da agressão, a dentista chegou a lhe enviar mensagens pedindo ajuda para deixar o hotel onde estava hospedada com o namorado. O caso é investigado pela Polícia Civil (PC). Folha Vitória.

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