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Nível da Lagoa Juparanã baixa um metro desde a abertura de canal no Rio Pequeno em Linhares

Imprensa Redação por Imprensa Redação
11 de outubro de 2018
em Linhares

Obra de construção do canal, para impedir alagamento nas casas dos ribeirinhos, foi feita há um mês. Com prejuízo nas propriedades rurais, moradores cobram Fundação Renova.

O nível da Lagoa Juparanã, em Linhares, no Norte do Espírito Santo, diminuiu um metro após a abertura do canal no Rio Pequeno, há um mês. O canal foi feito para impedir que as casas da população que vivem no entorno não sofram com novos alagamentos. Os moradores cobram indenização da Fundação Renova por prejuízos, que disse estar avaliando.

Canal é aberto para escoar água de lagoa, em Linhares  — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
Canal é aberto para escoar água de lagoa, em Linhares — Foto: Reprodução/ TV Gazeta

O Rio Pequeno foi represado para que os rejeitos de minério despejados no Rio Doce depois do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, em Minas Gerais, não contaminasse a lagoa. Porém, sem a vasão da Juparanã pelo rio e com o aumento das chuvas em fevereiro, a água represada estava inundando a casa dos riberinhos.

Os moradores e proprietários rurais cobram indenização pelos prejuízos que foram causados pela inundação da lagoa. Com o capim morto, as áreas de pastagem viraram brejo.

Propriedades reduzem criações de animais após alagamento, no norte do ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
Propriedades reduzem criações de animais após alagamento, no norte do ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta

O gerente agropecuário de uma das propriedades, João Paulo Marinz, conta que foram gastos cerca de R$ 70 mil com capim novo e cerca para os 700 animais que eram criados no local, mas, com a cheia, esse investimento foi perdido e eles tiveram que reduzir a criação.

“É desolador, você não tem ânimo para fazer as coisas. Você vê a pastagem que está toda destruída, a porteira que está toda destruída, um cocho, só soma prejuízo. Tem que ser indenizado, a gente avisou para eles que as bombas não dariam conta, mas eles disseram que o corpo técnico deles estava ciente. Eles assumiram o risco” , diz

Propriedades rurais alagadas acumulam prejuízo, no norte do ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
Propriedades rurais alagadas acumulam prejuízo, no norte do ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta

Renova

A Fundação Renova, que foi criada para implementar e gerir os programas de reparação ambiental e social causados pelo rompimento da barragem Samarco em novembro de 2015, disse que está avaliando como vai reparar os prejuízos dos produtores rurais. Com informações G1 ES.

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