A ação nacional, que aconteceu hoje, envolveu todas as polícias civis do país. No Espírito Santo, nove pessoas foram presas e cinco armas foram apreendidas
Segundo a polícia civil de Santa Catarina, o nome Operação Anjos da Lei é uma referência ao filme de mesmo nome em que policiais que se infiltram em instituições de ensino.
De acordo com o titular do Departamento Especializado de Narcóticos (Denarc) e coordenador da operação no Espírito Santo, delegado Fabrício Dutra, foram cumpridos 14 mandados de prisão e de busca e apreensão. Também foram detidas nove pessoas, sendo sete em flagrante e os outras por mandado de prisão.
Foram apreendidos ainda cinco adolescentes, um deles em flagrante com R$ 5.7530,70 em espécie, cinco armas, um carro, quatro celulares, 88 gramas de maconha, 30 gramas de cocaína e 21 gramas de crack.
Além disso, 28 pessoas e cinco veículos foram abordados. A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social do Estado (Sesp) informou, ainda, em nota que duas escolas foram “beneficiadas” com a operação. Porém, não detalhou como foi esse “benefício”, nem que escolas foram essas.
ALERTA
O delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, Guilherme Daré, falou sobre a importância da ação de combate ao tráfico nos entornos das escolas capixabas.
“O mais importante é dar o alerta para toda sociedade e, em especial, aos pais. Assim que vocês perceberem uma pessoa com atitude estranha próxima das escolas, avisem a Polícia Civil que é a responsável por fazer uma investigação de tamanha envergadura para que possamos reprimir esse tipo de crime”, destacou.
NACIONAL
Em todo o país, a operação, intitulada Anjos da Lei, deteve, até a tarde desta terça-feira (13) , 455 pessoas, incluindo 85 adolescentes. Desse total, 137 foram em flagrante por tráfico na proximidade de escolas. Ao todo,184 armas foram apreendidas.
A operação é a quarta coordenada pelo Sistema Único de Segurança Pública (Susp), em que as polícias civis de cada estado atuam com a coordenação do Ministério da Segurança Pública. Segundo o presidente do Conselho Nacional de Polícias Civis e coordenador da operação, Emerson Wendt, a estimativa era chegar a mil prisões até o fim do dia.
Só em São Paulo, mais de mil policiais estavam envolvidos na operação. A maior apreensão no Estado foi de 4 mil pinos de crack no interior, em Jundiaí











