A falta/ausência de farmacêutico impossibilita o recebimento e a distribuição de medicamentos na unidade. Procuramos o secretário de saúde Paulo Vaneli, mas o mesmo não quis comentar sobre o assunto

Na manhã desta quinta-feira, (12) nossa equipe de reportagem esteve na unidade de saúde, registrando o descaso da prefeitura com a comunidade de São Jorge de Tiradentes, onde sofrem com falta de remédios, e buscam uma resposta, juntamente com uma solução.
A unidade de saúde, além de atender São Jorge de Tiradentes, que são quase 2.000 habitantes, atende também Cedro, Nossa Senhora das Graças, Santo Isidório e Córrego da Penha; essas comunidades são extremamente dependentes de medicamentos.
Mais de 7 meses sem farmacêutico, e há 3 meses nossa redação buscando resposta; mas agora a comunidade não quer resposta, ela quer solução, quer remédios, quer ser lembrada fora das eleições.
A informação que temos até o momento, é que a falta de medicamentos está ligada a ausência de farmacêutico na unidade. (A falta/ausência de farmacêutico impossibilita o recebimento e a distribuição de remédios.)
Falta anticoncepcionais, antibióticos, antialérgicos e outros mais. Temos como exemplo um cadeirante de 43 anos, Lindomar está sem remédios, e se juntar todos que ele precisa, dá mais de R$ 300,00 mensal.

De acordo com o artigo 6º da Constituição, o brasileiro tem direito à saúde, educação e segurança. Mas não existe saúde sem medicamentos. O cidadão já cumpre seu dever, pagando os impostos altíssimos, mas não tem saúde, que é um direito de todos.
Fatinha Barbosa











