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Relatório condena uso de bombas de fragmentação na guerra na Ucrânia

Nunes por Nunes
26 de agosto de 2022
em Internacional

Um relatório internacional, divulgado nesta 5ª feira (25.ago), condenou o uso de bombas de fragmentação que provocaram um número devastador de vítimas da guerra na Ucrânia e que foram banidas por 42 países. Quando acionado, o dispositivo libera centenas de projéteis menores.

A coalizão internacional responsável pelo relatório também já tinha criticado a Ucrânia por usar esse tipo de explosivo antes do início da invasão. Além de russos e ucranianos, EUA e Brasil também não são signatários do tratado internacional que proíbe o uso do armamento. E o Brasil é, inclusive, um dos principais fabricantes do mundo.

Pior do que essa bomba, um acidente nuclear – que muitos temeram nesta 5ª, depois que a usina de Zaporíjia chegou a ser desligada duas vezes da rede de energia da ucrânia. Ataques causaram um incêndio nas linhas de transmissão.

Ainda hoje, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou a ampliação das Forças Armadas do país, por meio de um decreto para incluir mais de 130 mil militares. As instituições passarão a contar, a partir de 2023, com mais de 2 milhões de pessoas.

Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre um novo bombardeio, que atingiu uma estação de trem. Em outro ataque, que atingiu casas e a estação de trem de Cheplyne, no sudeste da Ucrânia, o que restou foram escombros. O governo ucraniano diz que 25 civis morreram, entre eles crianças. Os chefes das diplomacias dos Estados Unidos e da União Europeia (UE) chamaram o ataque de “atrocidade” e “hediondo”.

A Rússia confirmou não só o bombardeio, mas um número de mortos muito maior, sem citar os civis. “Mais de 200 militares e equipamentos foram destruídos”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa russo, para abrir mais um capítulo na extensa guerra de versões desse conflito.

Na Europa, o sentimento anti-Rússia é tão grande que até monumentos estão sendo destruídos. É o caso de um obelisco de quase 100 metros em Riga, capital da Letônia. Era uma homenagem ao Exército Vermelho. Com a aprovação do Parlamento, todos os símbolos que façam referência à Rússia serão retirados de praças e ruas do país.

Fonte: SBT

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