Áudio de WhatsApp com suposta ameaça à ativista político de Linhares, pode levar vereador de Rio Bananal ao afastamento, e até perder o mandato.
Rio Bananal-ES: Na última sexta-feira (30), foi feita uma solicitação de afastamento e abertura de processo de cassação do mandato, do vereador João Guarnieri (PSC), por quebra de decoro parlamentar.
A denúncia partiu do cidadão linharense, Jonas Soprani. Ele é ativista político, e se tornou conhecido na região por enfrentar diversos políticos, entre eles está o caso da vereadora Rosinha Guerreira, que teve seu mandato cassado, em Linhares.
Entenda o caso…
Durante meados de agosto, João Guarnieri teve seu áudio vazado durante uma conversa no whatssApp, e acabou se envolvendo em uma confusão. Jonas Soprani, usou o áudio para pedir ao presidente da Câmara de Rio Bananal, para abrir um processo de quebra de decoro contra o vereador do PSC.
Segundo o denunciante, o vereador não brincou ao tratar do assunto que seria a ida do ativista até Rio Bananal. Ainda disse que em nenhum momento esteve na casa de leis pedindo documentos para fiscalizar o município, em vista que tudo é digital.
O ativista disse que vai se inscrever para usar a tribuna livre na próxima semana. Ele sustenta que vê a possibilidade de começar a ter justiça no âmbito da política ribanense, e afirmou não temer nem a morte.
Ouça o áudio do presidente da câmara de Rio Bananal.
De acordo com o ativista, ele solicitou a formação de uma comissão processante, para analisar a quebra de decoro, em razão da “suposta ameaça sofrida via whatssApp”.
Ouça o áudio da suposta ameaça, e quebra de decoro parlamentar.
Na manhã deste domingo (01), a reportagem do site de notícias Bananal Online, conversou com o vereador João Guarnieri. Ele nos disse que está tranquilo quanto a denúncia, e acredita em seu arquivamento.
O vereador afirmou ter conversado com o procurador geral da Câmara, Bruno Orleti. Ele explicou não temer a denúncia porque acredita ser vítima de perseguição política, e mesmo protocolada, ela é remetida à Corregedoria e à Presidência da Câmara, mas acredita que a denúncia não tem fundamento.
Segundo levantamentos, o caso segue sobre a investigação da Polícia Civil. Até a conclusão do inquérito policial, o vereador nos contou que ainda não foi intimado. Além da esfera judicial, tem outro processo que tramita na câmara de vereadores.
Em setembro deste ano, vamos ver se a denúncia contra o vereador na Câmara Municipal vai ser arquivada ou vai a julgamento na comissão. Nos próximos dias também vamos ver se o político vai ser afastado ou não.
Fontes revelam que os vereadores vão negar o pedido de cassação.
Fonte:Bananal Online.











