Tio da médica assassinada, Milena Gottardi, diz que quer a guarda das filhas dela

A família de Milena Gottardi Tonini Frasson, assassinada a tiros no estacionamento do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), na última semana, pretende conseguir na Justiça a guarda das duas filhas da médica, de dois e nove anos de idade, fruto do casamento com o ex-marido, o policial civil Hilário Antônio Frasson. Apesar de buscarem respostas para o crime, o principal objetivo da família, no momento, é conseguir permanecer com as crianças.

Milena estava separada há três meses e, desde então, morava com a mãe, de 71 anos, e as duas filhas. De acordo com o tio da médica, o aposentado Geraldo Gottardi, de 62 anos, a família espera conseguir a guarda das meninas com facilidade.

“Estamos preocupados com a guarda das crianças, pois quem dava carinho era nossa família e a mãe delas, Milena. Quem tem que ficar com elas é quem convive. Minha irmã que ficava com as netas quando estava em Vitória. Vamos conseguir a guarda delas, não temos dúvidas. São meninas maravilhosas”, afirmou.

A família também busca entender o que aconteceu. O que motivou o crime? Quem foi o mandante do assassinato? Essas são perguntas ainda sem respostas, mas eles esperam que sejam esclarecidas e que o caso não fique impune,

“Dizem que não foi assalto e acreditamos nisso. Mas quem poderia fazer uma coisa dessas com um anjo como a Milena? Ela não tinha maldade. Por isso, a mãe e o irmão dela foram à delegacia dar o depoimento. Estamos aguardando para que quem fez o que fez com a minha sobrinha seja preso e assim permaneça. Já vivemos a tristeza de não termos o caso do pai da Milena resolvido. Esses direitos ‘desumanos’ nunca nos procurou para saber como está a dor da nossa família”, encerrou.

 

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