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Um ano depois do crime, polícia não prende autores de assassinato de casal, em Aparecida de Goiânia

Imprensa Redação por Imprensa Redação
17 de junho de 2018
em Polícia

Diogo e Mariana pararam próximos da casa dela e foram assassinados enquanto trocavam pneu de carro; namorados há dois anos, não tinham antecedentes criminais, e polícia ainda não tem respostas

(Foto: Arquivo Pessoal)

O assassinato do casal já completou um ano, e até agora o que a família tem de resposta é o mesmo que no início da investigação da Polícia Civil: nada. Ninguém ainda foi preso pela morte de Diogo Alves Nunes, de 21 anos, e Mariana Helena Siqueira Matias, de 19. O crime aconteceu no dia 16 de junho de 2017, no Jardim Mont Serrat, em Aparecida de Goiânia, quando o casal trocava pneu do carro. Sem respostas, famílias protestaram.

A Polícia Civil, através do Grupo de Investigação em Homicídios de Aparecida de Goiânia (GIH) ainda faz o levantamento do que pode ter acontecido no momento do crime, mas nenhum autor ainda foi preso. A falta de respostas efetivas por meio das autoridades tem atormentado os familiares, que perderam o sossego com as mortes de forma violenta e sem explicação, porque as vítimas não tinham envolvimento com criminalidade, pelo que foi levantado pela polícia inicialmente.

Às 18 horas do dia último sábado, 16, os familiares e amigos se reuniram em um protesto que pedia às autoridades as respostas para tantos questionamentos. Em uma só voz, pediam justiça. A reunião aconteceu no espaço do Parque Marcos Veiga Jardim, localizado no Parque Lozandes, em Goiânia. O pedido por justiça ecoava todo o parque.

O CRIME
O casal foi executado a tiros na noite de uma sexta feira (16/06/2017), na Rua 503 do Jardim Mont Serrat, em Aparecida de Goiânia. Diogo Alves Nunes, de 21 anos, e Mariana Helena Siqueira Matias, de 19, trocavam o pneu de um veículo, quando dois homens chegaram e começaram a disparar.

A namorada ainda tentou fugir correndo, mas morreu com três disparos. Diogo nem teve tempo de reagir, e foi atingido com dois disparos na cabeça. Nenhum dos dois possuía antecedentes criminais, e não haviam câmeras de monitoramento na região que pudesse identificar os autores do assassinato, segundo informou a polícia na época.

(Foto: Arquivo Pessoal)

(Foto: Arquivo Pessoal)

Diogo e Mariana pararam próximos da casa dela e foram assassinados enquanto trocavam pneu de carro; namorados há dois anos, não tinham antecedentes criminais, e polícia ainda não tem respostas

(Foto: Arquivo Pessoal)

O assassinato do casal já completou um ano, e até agora o que a família tem de resposta é o mesmo que no início da investigação da Polícia Civil: nada. Ninguém ainda foi preso pela morte de Diogo Alves Nunes, de 21 anos, e Mariana Helena Siqueira Matias, de 19. O crime aconteceu no dia 16 de junho de 2017, no Jardim Mont Serrat, em Aparecida de Goiânia, quando o casal trocava pneu do carro. Sem respostas, famílias protestaram.

A Polícia Civil, através do Grupo de Investigação em Homicídios de Aparecida de Goiânia (GIH) ainda faz o levantamento do que pode ter acontecido no momento do crime, mas nenhum autor ainda foi preso. A falta de respostas efetivas por meio das autoridades tem atormentado os familiares, que perderam o sossego com as mortes de forma violenta e sem explicação, porque as vítimas não tinham envolvimento com criminalidade, pelo que foi levantado pela polícia inicialmente.

Às 18 horas do dia último sábado, 16, os familiares e amigos se reuniram em um protesto que pedia às autoridades as respostas para tantos questionamentos. Em uma só voz, pediam justiça. A reunião aconteceu no espaço do Parque Marcos Veiga Jardim, localizado no Parque Lozandes, em Goiânia. O pedido por justiça ecoava todo o parque.

O CRIME
O casal foi executado a tiros na noite de uma sexta feira (16/06/2017), na Rua 503 do Jardim Mont Serrat, em Aparecida de Goiânia. Diogo Alves Nunes, de 21 anos, e Mariana Helena Siqueira Matias, de 19, trocavam o pneu de um veículo, quando dois homens chegaram e começaram a disparar.

A namorada ainda tentou fugir correndo, mas morreu com três disparos. Diogo nem teve tempo de reagir, e foi atingido com dois disparos na cabeça. Nenhum dos dois possuía antecedentes criminais, e não haviam câmeras de monitoramento na região que pudesse identificar os autores do assassinato, segundo informou a polícia na época.

(Foto: Arquivo Pessoal)

(Foto: Arquivo Pessoal)

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Tags: Aparecida de GoiâniaCsalIMPUNIDADEPolicia

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